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Vale a pena trocar de assistência médica em plena pandemia?

A crise que enfrentamos com a pandemia causada pelo Covid-19 afetou toda a economia, o que também traz sérias consequências para o mercado de planos de saúde. De acordo com a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abrange), as dificuldades enfrentadas pelos contratantes levaram ao fechamento de muitos CNPJ e a outra parte terá dificuldades para sobreviver. A grande questão que precisamos responder é como encontrar medidas que tornem possível a garantia dos planos de saúde ao trabalhador brasileiro.


Em todo o país, 47,2 milhões de pessoas tinham planos de saúde em outubro do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde (ANS). O número de usuários da rede privada de saúde suplementar estava em equilíbrio: 71,2 mil novas pessoas foram incorporadas em relação ao mesmo período do ano anterior. E agora, como estamos?


Neste momento de pandemia, ainda não temos números oficiais que deem conta da saúde privada coletiva. Mas, já existem relatos no mercado sobre o fechamento de empresas e, consequentemente, de suspensão de contratos de saúde.


Quando nos perguntam sobre qual a melhor solução para este momento de crise, costumamos dizer aos nossos clientes que nem sempre a mudança de plano de saúde pode ser a melhor solução. A conta não é tão simples assim.


Imaginemos quais os impactos, por exemplo, em um contrato com até 29 vidas. Quais as carências envolvidas numa eventual migração? E se houver beneficiários em tratamentos complexos? Será que uma mudança não provocaria um outro problema além dos custos financeiros?


Mas, em casos de contratos a partir de 30 vidas, já temos um horizonte para desenharmos possíveis saídas. A primeira coisa a se fazer seria avaliar o contrato existente para, então, iniciarmos uma negociação com a própria operadora. E, se não for viável continuar a relação, uma outra possibilidade seria estudar o mercado para buscar o melhor custo-benefício para o contrato, considerando as peculiaridades a serem cobertas, como quantidade de participantes, faixa etária, gênero, titulares e dependentes, participação de aposentados, dentre outras informações que são importantes para esta análise.



Obviamente, neste momento de crise, o primeiro fator motivador é a redução de custos. Contudo, alerto nossos clientes que nem sempre o menor custo significa a melhor solução. É necessário avaliar, compor, pensar nos beneficiários que estão em tratamento... enfim, lidar com saúde é muito delicado!


Nova Rota Seguros Empresariais – Sempre ao seu lado.


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